Com o mercado aquecido, muitos negócios referentes a compra e troca de residências acabou inflacionando o valor destas propriedades, mas não houve impacto no custo do seguro.

O bom momento do seguro residencial, apontado pela SUSEP como um dos setores que mais cresceram na pandemia e que seguem em forte ritmo por conta da oferta de crédito imobiliário, também pode ser sentido na carteira da 3 SEG Corretora, líder no mercado private brasileiro e especializada também em soluções corporativa em diversos segmentos.

O volume de apólices para casas de alto padrão na praia, no campo e montanha explodiu na carteira da 3 SEG Seguros. Entre janeiro e setembro a corretora registro crescimento de 65% de apólices. Destas, 65% são de casas adquiridas recentemente por novos proprietários. 35% se referem a reformulação de apólices que foram turbinadas para atender objetos de alto valor como itens de informática, eletroeletrônicos e até mesmo joias. Essa nova realidade fez, inclusive, que seguradoras criassem coberturas diferenciadas e inéditas.

De acordo com o sócio da 3 SEG, Paulo Kalassa, o fenômeno foi causado pela pandemia. “Empresários e executivos estão vivendo desde março com suas famílias nestas que seriam a segunda ou terceira residência. Sem perspectiva de retorno definitivo aos escritórios, a maioria fica direto nestas casas ou fazem viagens pontuais a São Paulo e retornam rapidamente”, explica.

Com o mercado aquecido, muitos negócios referentes a compra e troca de residências acabou inflacionando o valor destas propriedades, mas não houve impacto no custo do seguro. “Este cenário deve desacelerar moderadamente com a diminuição das taxas de contágio e pudermos experimentar a volta da normalidade. Entretanto, muita gente descobriu que dá para trabalhar remotamente, passando a olhar para estas propriedades com a principal residência, se tornando, então, uma tendência”, finaliza.