O site Allugator oferece os melhores equipamentos eletrônicos e smartphones do mercado a preços mais acessíveis, implementando uma nova cultura de consumo

Promover o acesso a eletrônicos de última geração, incentivando o consumo consciente e ajudando as pessoas a realizar seus sonhos materiais. Foi com esse propósito que surgiu, em 2016, o Allugator, maior plataforma de assinatura de eletrônicos da América Latina, que tem como objetivo impulsionar o consumo inteligente, por meio de um serviço de assinatura de smartphones, câmeras, filmadoras e outros acessórios de diferentes marcas e preços, por períodos de três a doze meses. A proposta é oferecer maior praticidade e menores custos por meio do aluguel ao invés da compra. 

Fundado pelos empreendedores mineiros Cadu Guerra e Pedro Sant’Anna, o Allugator contabiliza clientes em todo o Brasil, registrando um crescimento de cerca de 40% ao mês no faturamento. Com planos de 3, 6 ou 12 meses, o objetivo é que o usuário tenha sempre em mãos um aparelho de última geração, por preços acessíveis. Quanto maior o tempo do contrato, menor valor da locação.

“Alugar, ao invés de comprar, além de ser mais barato, é muito mais prático e custa menos. Você não se preocupa em revender o produto depois e, de quebra, tem proteção de seguro contra roubo, furto e danos”, afirma Guerra. 

Com um amplo leque de produtos, que inclui games, computadores, tablets, câmeras e outros acessórios, os smartphones são o carro-chefe do Allugator. A plataforma trabalha com telefones da Apple e Samsung e os modelos que ganham a preferência são iPhone 11, iPhone 11 Pro e Galaxy S20. Para alugar o produto, o usuário escolhe o item desejado, seleciona o período e aguarda a entrega, que tem frete grátis para todo o país. 

Quando lançou a plataforma, Cadu Guerra, fundador e CEO da Allugator, idealizou uma transformação no mercado. “Você precisa de um furo na parede, mas não de uma furadeira”, diz ele. “Assim como as pessoas pensam em Uber, ou Airbnb, ao invés de táxis e hotéis, eu quero que elas pensem em alugar celulares em vez de comprar”, continua Guerra, sinalizando uma possível futura mudança de mentalidade do consumidor.