Uma reunião virtual aberta a todos os corretores de seguros será pilotada pela Associação Estadual dos Corretores de Seguros do Rio (AECOR-RJ) na próxima terça-feira, 21 de julho, às 9h30. O comando ficará por conta dos diretores Jayme Torres, Amilcar Vianna e Roberto Cabral, com o apoio da INDORH. Para participar, basta acessar: https://www.youtube.com/watch?v=ZDXnkqPxgog&feature=youtu.be.

Segundo Torres, até hoje, a categoria não obteve qualquer tipo de informação sobre o acordo de convenção coletiva, que deveria ter sido celebrado desde Janeiro pelo Sincor-RJ e o Sindicato dos Securitários. “Reajustes trarão fortes impactos financeiros à folha de pagamento das corretoras. Já enviei três correspondências ao Sincor-RJ solicitando informações sobre o motivo de não ter sido celebrado até o momento, como anda a negociação e, como de hábito, não tive qualquer resposta”, argumentou.


Outro assunto que vem sendo acompanhado pela AECOR-RJ, o recadastramento dos corretores realizado pela Susep, também será debatido. A Associação irá registrar as necessidades apontadas pelos corretores durante o bate papo, para depois agir visando atender aos pleitos da categoria.


A diretoria já empreendeu iniciativas bem sucedidas nesse sentido, como quando acompanhou, em Brasília, as discussões sobre a MP 905, junto ao deputado Christino Áureo, relator da comissão parlamentar responsável por analisar a medida. A união da categoria garantiu a reversão de determinação da Susep que extinguia a profissão do corretor.


Amilcar Vianna, que integra ainda a direção da Fenacor, conta que “o trabalho junto à relatoria da MP foi fundamental para a compreensão da atuação do corretor. Mostramos ao relator, junto com a Fenacor, que a categoria possui, só no Rio de Janeiro, cerca de 12 mil profissionais, entre pessoas físicas e jurídicas, que empregam direta ou indiretamente cerca de 35 mil pessoas. Continuaremos lutando pela manutenção da lei que regulamenta a nossa profissão”.


Já Roberto Cabral afirma que “não há motivos para pessimismo no momento. Nossa expectativa é que, a exemplo de todos os países do mundo, o corretor continue tendo papel fundamental para o consumidor e para as seguradoras, que sempre valorizaram seu trabalho. Estamos acompanhando os passos da Susep e nos manifestando publicamente cada vez que identificamos medidas equivocadas”.


Os diretores já participaram ainda, também no DF, de audiências para aprovação do PL de combate ao seguro pirata, entre outras ações.

Histórico da Associação – A AECOR-RJ teve origem na Associação dos Corretores de Seguros da Baixada Fluminense – ACBF, criada em abril de 1999 por um grupo de tradicionais corretores da região para atender às demandas dos profissionais da Baixada. “Hoje, precisamos ganhar escala e crescer junto com os profissionais da região metropolitana do interior do estado. Nada mais apropriado do que nos unirmos a lideranças ativas como Jayme Torres e Amilcar Vianna para somarmos experiências e bagagem”, diz Cabral.

“Foi a forma que encontramos para criar uma associação que represente os interesses e as necessidades do corretor de seguros no Estado, formada por aqueles que realmente atuam no dia a dia da profissão, vivem da corretagem de seguros, e por isso conhecem bem as necessidades de cada um de nós”, explica Torres.

Hoje, a AECOR-RJ reúne cerca de 200 profissionais pessoa física. “Nossa expectativa é chegar a cerca de dois mil associados em todo o Estado. São basicamente corretores que atuam na Baixada Fluminense e profissionais que se uniram em torno da Chapa 2 na última eleição do Sincor-RJ”, afirma Vianna.

O objetivo da Associação é fortalecer e representar a classe, apoiar o associado em todas as suas demandas, oferecer serviços, disponibilizar recursos tecnológicos ao corretor, oferecer suporte técnico com treinamentos, promover reuniões e debates com as seguradoras. “Está nos nossos planos realizar ações de marketing para valorizar o corretor e disponibilizar assistência jurídica e contábil para os associados. Enfim, uma entidade do corretor para o corretor de seguros”, resume Torres.